Explorar
Esta é a fotografia da sua matéria. Cada tema aparece com o percentual que ele representa no recorte que você escolheu — e, ao abrir, os assuntos dentro dele, também ordenados pelo quanto caem, chegando ao capítulo e à seção da lei. Ao abrir um assunto, você vê em quais concursos ele já caiu — os dispositivos exatos de cada cobrança estão no seu material.
O número à direita não é opinião: mede o volume de cobrança, não o número de concursos. As bancas às vezes dedicam uma questão inteira a um assunto — as cinco alternativas exigindo aquele conhecimento — e, não raro, mais de uma questão na mesma prova. Por isso um assunto pode vir à frente de outro mesmo tendo caído em menos concursos: quando caiu, caiu pesado, com mais questões e mais alternativas cobrando exatamente aquilo.
A etiqueta colorida é o grau de dificuldade — de muito fácil a muito difícil —, a nossa análise comparativa de onde os candidatos mais tropeçam (a aba Dificuldade explora isso a fundo). E o selo 🔥 em alta marca o que foi cobrado nos últimos dois anos deste recorte; quando aparece "não cai desde…", é o ano da última cobrança — não significa que não volta, significa que faz tempo.
Como usar: comece de cima. O primeiro tema da lista é onde a sua próxima hora de estudo rende mais.Perfil da cobrança
Aqui você descobre com o que a questão é resolvida: o texto da lei, um precedente dos tribunais ou a posição da doutrina. A barra mostra a proporção de cada um, no geral e tema a tema.
Isso muda o material que você usa. Um tema resolvido quase todo por lei seca pede leitura repetida do dispositivo. Um tema com peso de jurisprudência pede informativo e súmula — decorar o artigo não vai salvar você.
Como usar: antes de escolher o que ler sobre um tema, olhe a barra dele aqui. Ela diz se você precisa de código, de julgado ou de doutrina.Dificuldade
Cada assunto recebe um grau de dificuldade numa escala de cinco níveis: muito fácil, fácil, médio, difícil e muito difícil. É a nossa análise de como cada assunto se comporta em provas anteriores — e ela é sempre comparativa: "difícil" aqui significa difícil em relação ao resto da matéria, não difícil no abstrato.
Serve para duas decisões opostas, e as duas são válidas. Um assunto muito difícil que cai muito é onde a prova é decidida: vale investir. Um assunto muito difícil que cai pouco é armadilha de tempo: ele consome horas e devolve pouco.
Há ainda um uso na hora da prova. Reconhecer que um assunto é muito difícil ajuda a identificar a questão feita para ninguém acertar — e a deixá-la por último, sem culpa.
Como usar: cruze esta aba com a Explorar. Difícil e frequente: prioridade. Difícil e raro: deixe por último.Prioridade
Esta aba faz por você o cruzamento que a anterior sugeria. Ela combina o quanto o assunto cai com o grau de dificuldade dele (o mesmo da aba Dificuldade) e devolve uma ordem única.
A lógica é simples: um assunto que cai muito e todo mundo acerta não separa ninguém — você precisa saber, mas não ganha vantagem ali. Um assunto que cai muito e quase todo mundo erra é exatamente onde a sua aprovação se decide.
Os selos ajudam a ler a lista. Em alta significa que o assunto foi cobrado nos últimos dois anos no seu recorte. Não cai desde mostra o ano da última cobrança — não é promessa de que não volta, é aviso de que faz tempo.
Como usar: se você tem pouco tempo até a prova, estude nesta ordem, de cima para baixo. É a lista que melhor converte hora de estudo em ponto.Evolução
Escolha um tema e veja como a participação dele mudou ano a ano. A matéria não é estática: assuntos crescem, outros encolhem, e a proporção de hoje pode ser muito diferente da de cinco anos atrás.
É isto que separa um dado vivo de uma apostila: material escrito há alguns anos acerta as regras, mas erra a proporção — e é a proporção que decide onde vão as suas horas.
Como usar: antes de investir semanas num tema, confira aqui se ele está subindo ou descendo. Tendência firme de alta merece mais tempo do que a média sugere.Comparar bancas
Cada banca tem um jeito próprio de distribuir o peso entre os temas. Aqui você põe duas lado a lado e vê a diferença em números.
Serve para quem presta mais de um concurso e precisa saber onde os editais se sobrepõem — e onde não. Também explica por que o seu percentual de acerto muda de um simulado para outro: não é você que oscila, é a banca que é outra.
Como usar: se você faz provas de bancas diferentes, compare antes de montar o cronograma. O que é prioridade numa pode ser secundário na outra.Plano e material
Informe quantas horas por semana você consegue dedicar a Direito Empresarial. O que o plano entrega é a ordem de prioridade — do que mais cai para o que menos cai — e, no modo "Pelo meu tempo", um material dimensionado para caber na sua rotina. A divisão fina do tempo é sua: quem já domina um assunto do topo pode atravessá-lo rápido e investir as horas no que vem depois.
Dentro de cada tema, os assuntos vêm na ordem de prioridade — do que mais cai para o que menos cai. É o mesmo conteúdo que sai no PDF, na mesma sequência: o sumário do material é, ao mesmo tempo, o seu índice e o seu cronograma.
Alguns assuntos aparecem com o selo possível. São os que ainda não foram cobrados no seu cargo, mas que a análise estatística indica que podem cair — é o que o modo Método Bref acrescenta. Assuntos com histórico próprio recebem outro selo, indicando quando caíram pela última vez.
Se o seu concurso já está na Agenda de Provas, selecione-o como concurso alvo: o plano passa a contar as semanas até a prova, indica o ritmo necessário para fechar o conteúdo a tempo, sugere as horas semanais e reserva o fim do período para a revisão final.
E o tamanho do material? Por padrão, ele se ajusta ao seu tempo: suas horas por semana e as semanas até a prova definem quantos assuntos cabem — e entram exatamente os mais prováveis, nessa medida. Quem tem um ano recebe tudo; quem tem oito semanas recebe o núcleo. Os assuntos que não couberem aparecem listados como "para quando sobrar tempo" — você sabe que existem e por que ficaram de fora. Se preferir mandar no corte, o seletor de percentual continua ali.
Como usar: seja realista nas horas. Um plano de 2h por semana cumprido vale mais que um de 10h abandonado na terceira semana.Agenda de provas
As próximas provas e os editais esperados das carreiras que o Bref mapeia, em um lugar só. Cada item traz a fase em que o concurso está — do rumor ao edital na rua — e o link da fonte oficial, para você conferir na origem.
Como usar: a data da prova define o seu horizonte de estudo. Some a agenda ao Plano e Material: escolha o cargo, veja quando é a prova e distribua as horas até lá.